domingo, 3 de julho de 2011

Golaços, melodias e coreografias

(FIFA.com) Sábado 2 de julho de 2011
Golaços, melodias e coreografiasRESUMO DA RODADAMegan Rapinoe comemorou o segundo gol da vitória por 3 a 0 contra a Colômbia aproximando-se de um microfone junto à linha lateral e gritando o famoso refrão Born in the USA. Dois dias antes do feriado nacional de 4 de julho, as americanas tiveram ótimos motivos para já começarem os festejos. Juntamente com a Suécia, os EUA chegaram a duas vitórias em dois jogos e garantiram classificação às quartas de final da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2011.
Diante da Colômbia, as comandadas de Pia Sundhage finalmente mostraram o futebol que se espera de uma seleção líder do Ranking Mundial Feminino da FIFA/Coca-Cola. Elas dominaram o jogo do início ao fim e chegaram à tranquila vitória graças a gols de Heather O'Reilly, Rapinoe e Carli Lloyd. No início do dia, a energética seleção norte-coreana dificultou as coisas para as suecas ao máximo, mas o país escandinavo aproveitou bem a chance que teve e venceu com um gol de Lisa Dahlkvist após bela troca de passes.
O gol mais bonito
Heather O’Reilly (12/1ºT), EUA x Colômbia
A veloz e habilidosa O'Reilly é um dos destaques da nova geração de jogadoras da seleção dos Estados Unidos. O gol que ela marcou hoje demonstrou que a badalação não é à toa. Depois de roubar a bola de Liana Salazar na entrada da área, O'Reilly teve agilidade e raciocínio rápido para mandar uma bomba cruzada no ângulo. O arremate chegou a causar um "uau" generalizado entre as jogadoras de
Suécia e Coreia do Norte, que assistam ao jogo em frente à televisão do hotel que ocupam conjuntamente em Augsburgo.
Momentos marcantes
Suecas cheias de estilo
O jogo de hoje mostrou o quanto pode ser enganosa a afirmação de que as escandinavas são frias e calculistas. A goleira sueca Hedvig Lindahl deu uma de maestra ao reger os cânticos dos torcedores em uma cobrança de escanteio para a
Suécia. Após o gol de Dahlkvist, Lotta Schelin comandou as companheiras em uma comemoração imitando a brincadeira de pular corda. Para concluir, depois do apito final, todo o plantel se reuniu com o técnico Thomas Dennerby para uma animada coreografia que durou vários minutos. O selecionado do frio país nórdico está mais caloroso do que nunca nesta Copa do Mundo Feminina da FIFA.
Sinsheim, doce lar
As jogadoras americanas mostraram-se muito à vontade e jogaram um futebol aberto e ofensivo desde o primeiro minuto em Sinsheim. O país campeão olímpico teve grande apoio dos torcedores que lotaram o estádio. A explicação? Muitos deles fizeram a viagem de 70 km que separa Sinsheim de Rammstein, sede da maior base militar dos
EUA fora da América do Norte. Nas arquibancadas também estava Mia Hamm, melhor jogadora americana de todos os tempos. Além disso, o jogo marcou o 22º aniversário da atacante Alex Morgan.
Golaço indiscutível
Há quem diga que todo gol se origina de um erro do adversário, mas a afirmação certamente não se aplica ao lance que resultou no tento que definiu a vitória da
Suécia sobre a Coreia do Norte. Em uma jogada de precisão e habilidade, Linda Forsberg lançou com efeito para dentro da área, onde estava Therese Sjogran, que deu um passe de primeira sem deixar a bola cair para Lisa Dahlkvist. A jogadora mais jovem a começar uma partida pela seleção sueca, com apenas 24 anos, só teve o trabalho de matar na coxa e concluir com convicção para o fundo das redes.
O número
1 — As cinco últimas vitórias da
Suécia na Copa do Mundo Feminina da FIFA foram conquistadas com a diferença de apenas um gol.
O que eles disseram
**** INCLUIR DECLARAÇÕES ****
O que vem por aí
Domingo, 3 de julho
Austrália x Guiné Equatorial, Bochum, 9h (horário de Brasília)
Brasil x Noruega, Wolfsburgo, 13h15 (horário de Brasília)
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A
Suécia chegou muito perto de conquistar a Copa do Mundo Feminina da FIFA há oito anos, mas perdeu a final no gol de ouro para a Alemanha. Será que as escandinavas poderão erguer o troféu em solo alemão?

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